Grupo Parkinson

Projeto terapêutico e de pesquisa voltado a pessoas com Doença de Parkinson


O Grupo Parkinson, criado em 2015, constitui uma das iniciativas pioneiras que deram origem ao Instituto Viva. O projeto tem como objetivo oferecer terapias complementares para pessoas com Doença de Parkinson, utilizando metodologias que integram dança, atividade física e estímulos sensório-motores voltados à melhora da mobilidade, equilíbrio, cognição e qualidade de vida.

Além da assistência direta aos pacientes, o grupo também desenvolve pesquisas científicas (básica, aplicada e ensaios clínicos) voltadas à investigação dos efeitos dessas terapias na progressão dos sintomas da doença, bem como à compreensão dos mecanismos fisiopatológicos da doença e biomarcadores de importância clínica, contribuindo para o avanço do conhecimento científico na área.

O Grupo Parkinson é uma iniciativa que alia neurociência e arte para melhorar a vida de idosos com Parkinson. Através da dança terapêutica, o trabalho foca em três pilares: equilíbrio físico, coordenação motora e saúde emocional. Com uma abordagem multidisciplinar, a equipe estuda como o corpo se relaciona com o ambiente e como os estímulos da dança atuam no sistema nervoso, ajudando a reduzir os sintomas da doença. As sessões combinam movimentos adaptados, exercícios cognitivos e interação social, promovendo ganhos que vão muito além do físico - incluindo autoestima e qualidade de vida. As sessões terapêuticas integram movimentos adaptados, exercícios cognitivos e dinâmicas de grupo, promovendo benefícios que transcendem o aspecto físico, como o fortalecimento da autoestima, da interação social e da qualidade de vida dos participantes. Ademais, o grupo avança na pesquisa sobre os efeitos da dança na neuroplasticidade, evidenciando sua capacidade de minimizar sintomas como rigidez muscular e desequilíbrio. Outro diferencial da iniciativa é o foco na disseminação de conhecimento para a comunidade, capacitando agentes comunitários e familiares, o que promove uma abordagem de cuidado mais humanizado e inclusivo. Dessa forma, o Grupo Parkinson consolida-se como um elo entre ciência e prática, evidenciando o potencial terapêutico da dança como uma ferramenta de transformação e esperança.